CRESCI OUVINDO QUE ERA HIPERATIVO, BOM DEVO SER MESMO AFINAL CONTINUO ATÉ HOJE TENTANDO FAZER TUDO AO MEMSO TEMPO E ESTOU SEMPRE INSATISFEITO, PROCURANDO COISAS NOVAS NA INTERNET, E NA NIGHT, QUANDO SAIO E BEBO VODCA COM ENERGÉTICO . MEUS AMIGOS QUE O DIGAM. TENHO UM AMIGO MUITO PRÓXIMO QUE É EXTREMAMENTE HIPERÁTIVO, ADORO ELE MAS AS VEZES TENHO VONTADE DE SUFOCA-LO COM UM TRAVESSEIRO QUANDO ELE DORME VÊ SE VOCÊ CONHECE ALGUÉM HIPERÁTIVO ? O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma complexa desordem comportamental que leva a criança a graus variáveis de comprometimento na vida social, emocional, escolar e familiar. É marcado por distúrbios motores, perceptivos, cognitivos e comportamentais que geram dificuldades globais no desenvolvimento infantil. No decorrer dos anos houveram inúmeras mudanças na nomenclatura que refletiram tendências históricas no conceito da origem desse transtorno, bem como em seus aspectos essenciais. EM 1947, Strauss e Lehtinen chamavam o TDAH de “Síndrome de Lesão Cerebral Mínima”. Em 1962, graças a falta de comprovação de alteração neurológica, ficou conhecido como “Disfunção Cerebral Mínima”. Na década de 50 a atividade motora excessiva apresentada por esses pacientes foi valorizada como condição primária para o diagnóstico. No DSM-II (Classificação de Transtornos Mentais da Associação Norte-americana de Psiquiatria - 1968) a nomenclatura foi alterada para “Síndrome Hipercinética da Infância”, enquanto que, em 1987, o mesmo DSM revisado (DSM-III), passou a ser classificar o quadro como “Distúrbio do Déficit de Atenção por Hiperatividade”, em que a inquietação era o elemento essencial. Somente em 1994, no DSM-IV surgiu a nomenclatura atual de “Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade”. Prevalência No Brasil a prevalência de TDAH é de 3,6 a 5% da população escolar, sendo o predomínio desatenção encontrado em 25% das crianças. Em adolescentes de 12 a 14 anos, a prevalência é um pouco maior, atingindo 5,8%. Na população geral a proporção entre os sexos é de 1,5 menino para cada menina, enquanto que em ambulatórios os números se alteram substancialmente (10 meninos : 1 menina) provavelmente pelo fato do subtipo desatento ser o mais encontrado entre as meninas e também, por, aparentemente, causar menor impacto social, que gera subdiagnóstico e pouco acesso a tratamentos. O subtipo mais encontrado é o tipo combinado, desatenção e hiperatividade, que corresponde a 55%, o tipo predominantemente desatento é responsável por 27% dos casos. Estudos revelam que 30 a 70% dos indivíduos afetados continuam apresentando o mesmo comportamento na fase adulta, sendo a prevalência estimada entre adultos jovens de 0,3 a 3,5%, porém, com o crescimento a hiperatividade tende a diminuir e a desatenção permanece constante. Causas Fatores Genéticos: Estudos de famílias com filhos adotivos e gêmeos verificaram antecedentes de hiperatividade nos pais e falta de associação entre crianças adotadas e pais adotivos. Os pacientes com TDAH têm taxas mais elevadas de alcoolismo e personalidade anti-social entre os pais e existem casos esporádicos sem história familiar positiva. Metabolismo das Aminas: Acredita-se que o desequilíbrio neuroquímico nos sistemas neurotransmissores da noradrenalina e da dopamina levaria ao TDAH por baixa produção dessas substâncias ou por sua subutilização. Disfunção Cerebral Localizada: A disfunção do lobo frontal, responsável pela atenção, controle do impulso, organização e atividade continua dirigida ao objetivo, ocorreria por uma perturbação dos processos inibitórios do córtex e por hipoperfusão do córtex frontal. Fatores Ambientais e Adquiridos: Existe uma associação do TDAH com hipóxia perinatal e neonatal, traumas obstétricos, rubéola intra-uterina, encefalite, entre outros. A Hipótese ortomolecular defende que as crianças com TDAH têm uma necessidade constitucional para doses mais elevadas de vitaminas do que as encontradas nas dietas. Fatores Psicossociais Os fatores que interferem no desenvolvimento e curso do transtorno são o estilo de criação, a personalidade dos pais e fatores sócio-emocionais. Perdas e separações precoces também são apontadas. Modelo Interativo-Ativo Esse modelo estimula o pensamento clínico abrangente sobre o paciente pelo simples fato de que nenhuma hipótese isolada é suficiente para explicar todos os casos. TODO O CREDITO DESSE TEXTO É DE: Bruna Antunes de A. Ximenes co-editora de PsiqWeb
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
PERSONALIDADE HIPERATIVA
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
DEFINIÇÃO DE PERSONALIDADE
Encontrar uma exata definição para termo personalidade não é uma tarefa simples. O termo é usado na linguagem comum - isto é, como parte da psicologia do senso comum - com diferentes significados, e esses significados costumam influenciar as definições científicas do termo. Assim na literatura psicológica alemã persönlichkeit costuma ser usado de maneira ampla, incluindo temas como inteligência; o conceito anglófono de personality costuma ser aplicado de maneira mais restrita, referindo-se mais aos aspectos sociais e emocionais do conceito alemão (Asendorpf, 2004).
O termo deriva do latim persona, com significado de máscara, designava a "personagem" representada pelos atores teatrais no palco[carece de fontes?]. Assim pode-se definir também personalidade por um conceito dinâmico que descreve o crescimento e o desenvolvimento de todo sistema psicológico de um indivíduo, ou mais exatamente: a organização dinâmica interna daqueles sistemas psicológicos do indivíduo que determinam o seu ajuste individual ao ambiente. Ou ainda, pode-se dizer que é a soma total de como o indivíduo interage e reage em relação aos demais. A seguinte definição leva essas características em conta: "Personalidade é uma organização interna e dinâmica dos sistemas psicofísicos que criam os padrões de comportar-se, de pensar e de sentir característicos de uma pessoa"[1]. Esta definição de trabalho salienta que personalidade (Carver & Scheier, 2000):
- é uma organização e não uma aglomerado de partes soltas;
- é dinâmica e não estática, imutável;
- é um conceito psicológico, mas intimamente relacionado com o corpo e seus processos;
- é uma força ativa que ajuda a determinar o relacionamento da pessoa com o mundo que a cerca;
- mostra-se em padrões, isto é, através de características recorrentes e consistentes
- expressa-se de diferentes maneiras - comportamento, pensamento e emoções.
Asendorpf (2004) complemente essa definição. Para ele personalidade são as perticularidades pessoais duradouras, não patológicas e relevantes para o comportamento de um indivíduo em uma determinada população. Esta definição acrescenta àquela de Carver e Scheier alguns pontos importantes:
- Os traços de personalidade são relativamente estáveis no tempo;
- As diferenças interpessoais são variações frequentes e normais - o estudo das variações anormais é objeto da psicologia clínica (ver também transtorno mental)
- A personalidade é influenciada culturalmente. As observações da psicologia da personalidade são assim ligadas apenas à população em que foram feitas, para outras populações é necessária uma verificação empírica.
Aspectos da personalidade
Personalidade é, como se viu, um conceito complexo, com várias facetas. A seguir serão apresentados alguns aspectos que costumam ser considerados como partes da personalidade ou que a influenciam de maneira especial. Os parágrafos individuais são apenas indroduções mínimas os assuntos relacionados e ligações são oferecidas para artigos onde cada um dos temas é tratado com mais profundidade.
Forma física e personalidade
A relação entre forma física e personalidade estimula a imaginação de filósofos e pensadores desde a antiguidade. Kretschemr propôs nos anos 20 do século XX uma classificação dos tipos físicos que, supunha ele, estavam relacionados com diferentes transtornos mentais, posteriormente com diferentes temperamentos. Ele classifica três tipo físicos (Asendorf, 2004; Dalgalarrondo, 2000):
- Tipo longilíneo ou leptossômico, de corpos delgados, ombros estreitos, peito aplainado, rosto alargado e estreito, membros longos e delgados. Teria uma maior tendência para a esquizofrenia e um temperamento mais sensível;
- Tipo atlético ou muscular, de sistema ósseo e muscular desenvolvidos, ombros largos, cadeiras estreitas e pescoço grosso. Teria tendência para a epilepsia e um temperamento intermediário entre os outros dois;
- Tipo brevelíneo ou pícnico, de rosto arredondado, abdome saliente, membros curtos. Tenderia à ciclotimia e a um temperamento mais tranquilo.
A relação correlativa entre essas características foi inicialmente empiricamente comprovada. Análises posteriores mais exatas, que levavam em conta outras variáveis - como a idade - e usavam métodos mais objetivos, acabaram por derrubar a teoria de Kretschmer (Asendorpf, 2004).
No entanto a possibilidade de haver uma real relação entre forma física e características psicológicas não é improvável, mas não de maneira direta, como pensava Kretschmer. A forma física pode, (1) através de um processo de autopercepção, ser considerada positiva ou negativa e, assim, influenciar a autoestima, influenciando assim os traços de comportamento; pode ainda (2) influenciada pela percepção que a pessoa tem de si, influenciar os motivos e interesses da pessoa, influenciando assim também as tendências de comportamento da pessoa. No entanto não apenas a autopercepção pode influenciar a autoestima e os interesses de alguém; o juízo de outras pessoas e a reação destas desempenham também um importante papel nesse processo, de forma que as características de comportamento estáveis (assim a personalidade) são influenciadas indiretamente e de quatro maneiras diferentes pela forma física (Asendorpf, 2004).
fonte :http://pt.wikipedia.org/wiki/Personalidade
